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Goiânia sediará o II Congresso Nacional dos Oficiais de Justiça

O primeiro Congresso Nacional dos Oficiais de Justiça – I CONOJUS, aconteceu na última semana na cidade de Vitória, no Espírito Santo. Realizado pela Federação das Entidades Sindicais dos Oficiais de Justiça do Brasil – Fesojus, o evento contou com palestras e debates que discutiram os principais problemas da categoria em âmbito nacional. Mais de 200 oficiais de justiça participaram do evento.

O presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça de Goiás, Moizés Bento ficou impressionado com a estrutura e qualidade das palestras ministradas no Congresso. Foi enriquecedor trocar experiências com profissionais de praticamente todos os estados brasileiros. Percebemos o quanto podemos aprender e também ensinar aos colegas. Estamos ansiosos para o próximo congresso, explica Moizés que aproveitou para anunciar que Goiânia foi a cidade escolhida para sediar o próximo Congresso Nacional dos Oficiais de Justiça.

Segundo o presidente da Fesojus, João Batista Fernandes, a ideia é realizar anualmente o CONOJUS em diferentes Estados e Regiões do Brasil, levando conhecimento e atualização jurídica aos oficiais de justiça de todo o País. “Com este evento, queremos garantir que todos tenham voz e possam ter o apoio de nossa entidade. Em 2019 estaremos em Goiás para termos mais um ciclo de palestras e troca de experiências”, esclarece.

O evento

Os participantes do I CONOJUS tiveram a oportunidade de ouvir o Procurador do Município de São Paulo, Kheyder Loyola sobre a busca de novas atribuições para o cargo de Oficial de Justiça face a virtualização processual. Já na palestra do Conselheiro do CNJ, Valdetário Andrade foi possível discutir sobre a possibilidade de padronização dos atos dos Oficiais de Justiça pelo CNJ e novas atribuições face a virtualização da justiça.

” Durante o encontro os palestrantes rebateram os comentários a cerca das perdas as atribuições dos oficiais diante da digitalização. Mas ressaltaram que o que se têm percebido é que os atos de comunicação podem diminuir, mas os atos executórios, que envolvem a humanização das decisões, jamais vão se extinguir. O judiciário tem que ver as pessoas, sentir as pessoas e o oficial de justiça é a porta de entrada”, finaliza o presidente do Sindojusgo.

Fonte : Sindicato dos Oficiais de Justiça de Goiás


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